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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Esse Argento Mar

Se na manhã que se levanta preguiçosa, não sinto mais o calor de teu corpo

E na escuridão que precede a aurora, não são teus olhos que vejo a luzir
Se o cantar das aves matutinas me devolvem essa falta que me faz tua voz
E no meu quarto a amplitude só pede teu ser...
Se nos acordes que saem de meu violão, ouço teu nome cantado
E nas teclas de meu computador ele insiste em aparecer,
como escritos inconscientes de uma mente já atordoada..
Se ainda viajando nas estradas busco teu olhar de argento mar por entre as árvores
E o azul do céu deixa a desejar o brilho dos teus
E se ainda assim não sabes o que sinto, mas sacias essa sede de te amar...
Se a cada vista o poético se deixa penetrar
E ainda que simplória, é essa chama que me faz reviver...
Se no compasso do desejo, rabisco teu sorriso
E nessa manhã preguiçosa se rascunha o meu
É o que mais busco nos versos de te amar
Esse argento mar que naufraga os meus.

Pecado Original

Hay una envidia que me muerde los codos,

que rechaza el hilo del pensamiento,
Una angustia que me aflije la inteligencia,
que me da ganas de llorar.

Hay una furia que me arde por dentro,
hoguera sacra del infierno,
Un calor no de todo infernal.
Hay una ceguera que me mueve,
que me enseña la pureza original,
Una flecha tirada contra mi pecho,
y me pongo inmortal.

Hay un muelle podrido bajo mis pies,
luego arriba un techo de cristalina torpeza,
si me voy adelante me ahogo en el mar,
si me quedo callado, me cai por encima este torpe cristal.
Hay una envidia que me duele los talones,
que intenta dejarme aquí,
si intento irme hacia adelante,
hay una flecha en mi .
Hay una culpa que me dice, "soy el princípio y el fin",
si me pongo nervioso, el culpable está en mi,
Hay una envidia entre vosostros, que os deja así.

Quem sou eu

Minha foto
Mogi das Cruzes, SP, Brazil
Sou num único momento várias facetas desconectas de tudo que posso, de tudo que devo, de tudo que jamais poderia e tudo que nunca imaginei ser...algo nem aqui nem lá, nem certo nem errado, nem fácil nem difícil, nem culto nem ignorante...estou além e aquém dos sonhos, doce e amargo, repleto até a borda e vazio até o tacho. Sou eu, nem pura luz nem pura treva, nem verso nem rima...sou algo que não compreendo...pois se um dia compreender, não será mais tão divertido viver!